Categoria: Racismo
David Grossman | Nunca tinha visto tanta violência e brutalidade entre judeus e árabes
Milhares de judeus e árabes juntos em Tel Aviv pela Paz e Coexistência

Milhares de judeus e árabes marcham juntos em Tel Aviv pela Paz e Coexistência. Manifestantes apoiaram o recente cessar-fogo entre Israel e Hamas e instaram o governo a agir imediatamente para chegar à paz com os palestinos.
Não houve palavras de ódio ou vingança. Apenas reconciliação e a esperança de seguir juntos para uma paz definitiva, com direitos iguais de cidadania e auto-determinação.
Ameaça de Remoção em Massa de Palestinos de Jerusalém Oriental !

Dezenas de famílias palestinas estão sendo desalojadas de seus lares, onde vivem há décadas, para dar lugar a colonos judeus que não tem nenhuma ligação com antigos habitantes anteriores a 1948.
Há uma clara intervenção no equilíbrio demográfico e de isolamento de Jerusalém Oriental e da Cidade Velha ao acesso da população da Cisjordânia, o que inviabilizará uma Solução de Dois Estados e precipitará um conflito de violência sem precedentes.
Ainda é possível evitar a tragédia humanitária de consequências incalculáveis .
Leia os detalhes, entenda os mapas, assista o filme e se mobilize. AGORA!
A Opção do Bloco anti-Netanyahu | Yair Lapid
Uma Mancha no Knesset
PF cumpre mandado contra pastor que pediu por “massacre” de judeus

O pastor Tupirani da Hora Lores foi o primeiro condenado no Brasil por intolerância religiosa, em 2008. Em 2012, ele e alguns discípulos da igreja foram presos por intolerância religiosa, por comportamentos homofóbicos, xenófobos e racistas.
O suspeito responderá pela prática, indução ou incitação à discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional, quando cometido por intermédio dos meios de comunicação social ou publicação de qualquer natureza.
KAHANE Volta? | YAIR GOLAN – diálogo

Não devemos subestimar os kahanistas Ben Gvir e Smotrich, a juventude das colinas e a extrema direita. Este é um grupo extremamente perigoso, agentes do caos e da violência, que, se chegarem aos centros de poder, poderiam levar o Estado de Israel a um desastre.Primeiro, com um toque de recolher de dois meses para os palestinos, que após o massacre de Goldstein ameaçariam um ato de vingança. Depois, com o fechamento [até hoje] da Rua Shuhada, a mais importante do comércio de Hebron, para a passagem dos palestinos, onde não podem sequer se aproximar.